Catecismo Maior de São Pio X.
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| Cristo Rei. |
Catecismo Maior de São Pio X.
Lição preliminar.
Da doutrina Cristã e suas partes principais.____________________________________________________________________________________________
1a. Parte. Do Símbolo dos Apóstolos, chamado vulgarmente o Credo.
Cap. I - Do Credo em geral.
Cap. II - Do primeiro artigo do Credo. §1º De Deus Pai e da Criação.
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Cap. II - Do primeiro artigo do Credo. §2º Dos Anjos, §3º Do Homem.
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Cap. III - Do segundo artigo do Credo.
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Cap. III - Do terceiro e quarto artigo do credo.
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Do quinto, sexto e sétimo artigo do credo.
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Do oitavo e começo do nono artigo do credo.
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Do nono artigo do credo.
Da Igreja em particular.
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Cap. III - Do terceiro e quarto artigo do credo.
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Do quinto, sexto e sétimo artigo do credo.
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Do oitavo e começo do nono artigo do credo.
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Do nono artigo do credo.
Da Igreja em particular.
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Do nono artigo do credo.
A infalibilidade papal.
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Do nono artigo do credo.
Comunhão dos Santos.
Sobre os que estão fora da Igreja.
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Do decimo, decimo primeiro e decimo segundo artigo do credo.
Remissão dos pecados.
Ressurreição da carne.
Vida eterna.
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2a. Parte. Sobre a Oração.
CAPITULO I.
CAPITULO II.
Da oração dominical.
Da oração dominical.
1º Da oração dominical em geral. 2º Da primeira petição do Pai-Nosso. 3º Da segunda petição do Pai-Nosso. 4º Da terceira petição do Pai-Nosso. 5º Da quarta petição do Pai-Nosso.
6º Da quinta petição do Pai-Nosso. 7º Da sexta petição do Pai-Nosso. 8º Da sétima petição do Pai-Nosso. CAPÍTULO III Da Ave-Maria. CAPÍTULO IV Da invocação dos Santos.
TERCEIRA PARTE.
Dos Mandamentos da Lei de Deus e da Igreja.
CAPÍTULO I.
Dos Mandamentos da Lei de Deus em geral.CAPÍTULO II Dos mandamentos que se referem a Deus.1º Do primeiro Mandamento da Lei de Deus.
Aulas de apologética
Algumas aulas de apologética realizadas no Mosteiro de Nossa Senhora da Fé e do Rosário.
Bom estudo.
Bom estudo.
ESPIRITISMO
HISTORICIDADE DOS
EVANGELHOS
1- A credibilidade dos dogmas cristãos, em geral, demostrada pela origem divina da revelação cristã.
2- Provas diretas da historicidade dos evangelhos: 1-autenticidade, 2- integridade, 3- veracidade, provas internas e externas, o 7Q5, uma comparação com o Alcorão...
PROVAS DO TESTEMUNHO DE JESUS
CRISTO:
3- Os Milagres
4- As Profecias
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1- O Magistério, A Sagrada Escritura, a Tradição e a Subversão Protestante:
A IGREJA DE JESUS CRISTO:
A IGREJA DE JESUS CRISTO:
VI- Propriedades e Notas.
PROTESTANTISMO.
Festa da Purificação de Nossa Senhora.
Leitura ( Malaquias, 3, 1-4)
Evangelho ( S. Lucas, 2, 22-32)
Para ouvir: http://youtu.be/BZr-rgCf_ps
O Discernimento da Subversão.
Em sua última carta aos amigos e benfeitores, o superior do distrito dos EUA da FSSPX, pe. Le Roux, tece considerações interessantes a respeito da oposição entre subversão e tradição, considerando a primeira não somente como ferramenta, mas como núcleo da Revolução, a qual, por sua vez, institucionaliza o ódio à autoridade.
Estas considerações, no entanto, vão logo servir ao intento principal da carta, que é também o intento dos dirigentes atuais do referido instituto, ou seja, o reforço da própria autoridade pela estigmatização dos resistentes à nova orientação, e isto simplesmente negando a existência desta última. O autor da carta não titubeia em afirmar: “Algumas pessoas, enganadas por suspeitas repetidas e ampliadas pela internet, contraíram um medo irracional de uma suposta traição, inexistente e nunca provada (…). Seus ataques difamatórios (…) são somente ferramentas do espírito de subversão e revolução”.
Sim, querem ganhar pelo cansaço. Mas não nos cansemos. Recordemos então, brevemente, o motivo essencial que levou, leva e levará numerosos sacerdotes, fiéis e comunidades amigas a tomar distância do antigo carro-chefe da Tradição: a sua nova orientação. Em direção a que? À Igreja Conciliar. A prova principal: a resolução do capítulo de 2012, com suas 6 condições “roda-quadrada”, que oficializam a vontade de acordo, ou seja, a vontade de submissão à Roma conciliar, trocando a conversão desta pelas garantias da mesma, confiando, dando fé à Roma que perdeu a Fé(1).
Este é o ponto. Não é preciso que se chegue ao ensino formal de heresias para se constatar a desorientação, fruto da subversão instalada (2). Pois aqui a autoridade suspeita da Roma conciliar passa adiante da Fé, bem comum necessário sem o qual não se alcança a finalidade da Igreja, a salvação das almas, que é sua lei suprema (3). Não há garantias que justifiquem essa vontade de submissão, no máximo elas podem disfarçar sua malignidade, mais ou menos como a falsa justificação protestante cobriria os pecados sem os apagar realmente.
Além disso, essa mudança de orientação devia permanecer conhecida de poucos, e se apresentou esse Capítulo como um triunfo de pacificação, como um alívio, uma resolução dos problemas. Assim, a subversão estava no seu ambiente: o segredo e o falso compromisso, imobilizadores eficazes da maioria (4).
Estas constatações estão longe de ser as únicas, muitos escreveram sobre outros aspectos da crise da FSSPX e da Tradição como um todo. Mas elas são suficientes para mostrar o papel de funcionário sem escrúpulos que faz o pe. Le Roux, negando friamente toda traição e imputando a subversão aos que resistem a ela. Não trabalha com a realidade, mas intenta impor uma visão que, com certeza, não se exerce à luz da Fé.
“Nós não falamos para dizer alguma coisa, mas para obter um certo efeito”
Josef Goebbels.
(1)- Por mais escandalosa que seja, a declaração de abril de 2012 não é a chaga mais profunda nessa crise. Poder-se-ia até imaginar que, numa situação de pressão, as autoridades da FSSPX chegassem a, finalmente, retratá-la. Não seria o fim da crise, pois outra declaração ambígua poderia tranquilamente sair de uma direção que aceita passar pela contradição nas suas resoluções para se submeter à Roma tal qual ela é.
(2) – Note-se que mesmo na Carta Magna da Igreja Conciliar, os documentos do Vaticano II, as novidades não aparecem de forma evidente, talvez somente em 5% dos textos… Mas os outros 95% não são íntegros. Porque o Concílio como tal foi perpassado por uma atração maligna, expressa sobretudo no célebre discurso de encerramento: a vergonhosa simpatia entre a religião de Deus que quis ser homem e a da religião do homem que quer ser Deus. Hoje muitos constatam o desastre, mas na época poucos o pressentiram. Os pontífices da revolução com tiara e pluvial se encarregaram de fomentar a passividade da maioria: Credo do Povo de Deus, declarações sobre a fumaça de Satanás, algumas punições para os mais radicais, etc. A passividade foi mantida, o desastre aí está, e a estratégia foi tão bem sucedida que a passividade permanece.
(3) – Ainda ecoa nos nossos ouvidos esta triste confissão de desistência contida na resposta do Conselho Geral aos 3 bispos: “Pelo bem-comum da Fraternidade, preferiríamos de longe a solução atual de statu quo intermediário, mas, manifestamente, Roma não tolera mais”.
(4) – Pois a Subversão trabalha mais pela imobilização que pela mobilização da maioria. Isto porque ela quer garantir que a sua minoria ativa trabalhe sem possível concorrência, a fim de que os fins subversivos sejam melhor alcançados. Numa sociedade hierárquica que tanto preza a obediência, como a Igreja, ela então procurará atingir a cabeça, e depois imporá a mudança pela falsa obediência. Falará muito de liberdade quanto estiver para se apossar do comando (durante o Vaticano II muito se falou de liberdade), mas falará mais de obediência quando, ocupado o poder, encontrar resistência.
Ir. Joaquim Daniel Maria de Sant’Ana, FBMV.
(25/dez/2013) Santo Natal: homilias da Missa do Galo e da Missa da manhã.
Católico, não busque a novidade
Que o mundo quer sempre infiltrar na Igreja,
Prenda-se ao que do Céu nasce e viceja
Fundamentado apenas na Verdade,
Que pelo tempo e em qualquer idade,
A Santa Tradição, tão benfazeja,
Zelosa guarda, para que se veja,
Haja o que houver, a mesma integridade.
O que ontem era mau, hoje igualmente,
O que era honesto, honesto continua,
Nunca temer desagradar ninguém.
Trazer portanto em nós e à nossa frente
Toda a Verdade que na Cruz estua
Depois de se mostrar desde Belém.
Homilia da Missa do galo (à meia-noite): http://youtu.be/72fanqAaKpg
Homilia da Santa Missa da manhã: http://youtu.be/lJr1yRMCi4Q
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